Partido Novo pede CASSAÇÃO de Erika Hilton

A esquerda tem como maior inimigo a realidade. O que antes era considerado verdade científica irrefutável, hoje, virou objeto de narrativa política e ideológica a ser relativisado. A esquerda está querendo colocar um homem biológico para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara, mas muitas mulheres tem se unido contra o autoritarismo progressista. E isso tem gerado um grande revolta nas redes sociais.

Uma grande polêmica fez o famoso apresentador Ratinho, do STB, falar umas verdades óbvias e científicas ao vivo, de que existem apenas dois sexos: masculino e feminino. Em outras palavras, ele apenas foi direto em dizer que "trans" não é mulher. Após isso, Erika Hilton, um deputado autoritário do PSOL que adora ofender e perseguir mulheres, decidiu usar o judiciário para perseguir e punir o apresentador. Agora, em meio a esse grande conflito, o partido Novo fez o que muitos não tiveram coragem: denunciar Hilton no conselho de Ética da Câmara dos deputados. O pedido, feito em 14 de março, requer processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar, podendo resultar na perda do mandato.

O apresentador Ratinho não disse nada ofensivo ou mentiroso. Ele apenas disse que Erika Hilton não era mulher, mas transsexual, e que “para ser mulher é preciso ter útero”. Isso por si só já gerou toda uma rebelião na esquerda e seus militantes que adoram distorcer as verdades mais básicas da vida. Após as falas do apresentador, o deputado autoritário do PSOL solicitou que o Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do Ministério Público de São Paulo investigasse o apresentador por uma suposta prática de transfobia. São esses métodos autoritários e de intimidação que a esquerda gosta de usar para perseguir e constranger pessoas que falam verdades desagradáveis.

Para se defender, Ratinho usou suas redes, esclarecendo que suas declarações constituíam apenas crítica política e que “opinião não é preconceito”. Na representação que o partido Novo enviou ao Conselho de Ética, foi sustentado que o deputado Hilton estaria se aproveitando de seu mandato para intimidar opositores e restringir manifestações de opinião. Além disso, o Novo citou outras iniciativas judiciais do mesmo parlamentar contra pessoas que tinham feito declarações consideradas transfóbicas. Ainda, para a sigla, essa ação não visa restringir o direito do deputado de se posicionar politicamente, mas tem como objetivo apenas questionar o uso de instrumentos jurídicos para, de acordo com o partido, silenciar críticas e limitar o debate público sobre sexo biológico e identidade de gênero.

Após o ocorrido e com a postura intolerante e inadequada de Erika Hilton, muitos jornalistas, seja da Rede Globo ou da Gazeta do Povo, têm comentado que o deputado do PSOL se tornou o maior cabo eleitoral de Flávio Bolsonaro. Isso porque a sociedade, em sua maioria, teve uma reação que desagradou muito a esquerda e seus militantes progressistas. Vale lembrar que o Brasil foi fundado por cristãos e que, até hoje, boa parcela da população é conservadora e segue o cristianismo como religião, seja da vertente evangélica ou católica. Todo mundo sabe que Erika Hilton nasceu como um homem, com os genitais masculinos, e isso não dá para negar. Essa tentativa de distorcer a realidade é, também, uma tentativa de mexer com a crença e mentalidade de grande parte da população brasileira, e muitas mulheres não se sentem representadas por esse parlamentar autoritário do PSOL. Mesmo Ratinho tendo meramente emitido sua opinião de forma super educada e ainda falado que não tem nada contra transsexuais, ainda assim, Erika Hilton resolveu persegui-lo usando o poder do judiciário, mostrando toda sua face despótica, exigindo não só multa mas até mesmo a prisão do apresentador, que é uma pessoa muito querida pelo povo. E a maioria das pessoas tem percebido que a esquerda foi longe demais, e parou de se importar com a opinião do povo brasileiro.

Erika Hilton ainda foi às suas redes sociais e deixou claro a todos que sua presença na Comissão da Mulher se trata de uma vitória de cunho pessoal. O parlamentar escreveu: “Hoje diz história por mim”, depois de chamar quem o criticou de “esgoto da sociedade” e “imbecis”. Ou seja, para esse político, todas as milhares de mulheres que acharam um absurdo ele, como homem, se tornar presidente da Comissão da Mulher, são imbecis e esgoto da sociedade.

A esquerda e seus militantes parece ter esquecido que muito mais do que despertar a ira de muitas mulheres que não caíram na ladainha ideológica de “ideologia de gênero” e narrativas feministas simplistas, eles, na verdade, estão atacando o bom-senso. Mesmo pessoas que não se consideram conservadoras estão assustadas com a arrogância e autoritarismo de Erika Hilton. E faz tempo que todas as loucuras ideológicas que acontecem nas universidades públicas têm atacado o bom senso no nosso país. E são esses mesmos militantes progressistas e marxistas que dizem que qualquer pessoa pode se tornar mulher, que dizem defender a “ciência” acima de tudo. Mas sabemos que para os ideólogos marxistas, a ciência não passa de um instrumento a ser usado para a causa revolucionária. Faça um teste, caro telespectador: vá numa universidade pública e pergunte para os professores e alunos de esquerda o que é uma mulher. Ninguém vai saber te responder. Mesmo assim, eles estão comemorando que o deputado do PSOL passou a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

Muitos podem ter esquecido, mas Erika Hilton, há pouco tempo, estava usando o judiciário para perseguir uma mulher feminista chamada Isabella Cêpa, por ter chamado o deputado do PSOL de homem numa publicação nas redes sociais em 2020. Esse caso, segundo a Revista Oeste, levou Isabella a abandonar o Brasil e, anos depois, obter asilo político na Europa. Esse caso acabou repercutindo bastante no Brasil e até a imprensa europeia chegou a falar sobre o ocorrido. Foi durante as eleições municipais de São Paulo, em 2020, que Isabella se manifestou no Instagram sobre o resultado que elegeu Erika Hilton como a “vereadora” mais votada da cidade. Cêpa escreveu: “A mulher mais votada é homem”. Isso foi o suficiente para o deputado do PSOL perseguir a ativista, por ter considerado a publicação discriminatória. Mais tarde, esse processo contra Isabella foi transferido à Justiça Federal e acabou sendo arquivado, sob o entendimento de que a conduta da ativista feminista não configurava crime.

Mesmo com o arquivamento, Erika não desistiu e recorreu, apresentando uma reclamação ao Supremo Tribunal Federal para tentar reverter a decisão. Paulo Gonet, o procurador-geral da República, se manifestou pelo arquivamento definitivo da ação. Em sua decisão, ele escreveu que as declarações de Isabella “não ultrapassaram os limites legítimos da manifestação de pensamento e opinião”. Em agosto de 2025, o ministro do STF, Gilmar Mendes, rejeitou a reclamação de Erika e manteve o arquivamento do processo. Em sua decisão, Mendes reafirmou o entendimento do STF de que a transfobia pode ser equiparada ao racismo, mas deixou claro que críticas e opiniões, por mais duras que sejam, não podem ser automaticamente criminalizadas quando não configuram incitação ao ódio. Vamos lembrar aqui o que escreveu Gilmar Mendes, para ficar bastante claro a todos:

“Por mais que o debate jurídico comporte a pluralidade de posições e o saudável dissenso entre intérpretes qualificados, é à jurisdição constitucional que compete, em última instância, a palavra final sobre o alcance e os limites da Constituição.”

Foi em 2025 que a feminista Isabela Cêpa conseguiu o reconhecimento como refugiada na Europa, pela Agência da União Europeia para o Asilo e pela Organização das Nações Unidas. Ela formalizou o seu pedido de refúgio com o apoio da ONG Matria Brasil. Isso nos prova que existe um grande racha em segmentos da esquerda política. Muitas feministas, como representantes de várias mulheres, se sentem ameaçadas pelo discurso radical de que “qualquer pessoa pode se tornar mulher”, pois isso tem aberto brechas para homens ocuparem espaços das mulheres, algo que vemos com frequência nos esportes. E muitas mulheres, sejam de esquerda ou de direita, não acham normal que pessoas nascidas como homens entrem em banheiros femininos ou sejam presos em celas reservadas para mulheres.

O que as feministas e demais mulheres que se identificam com a esquerda deveriam ter percebido há mais tempo, é que essas ideologias nefastas como o marxismo e o progressismo moderno, incluindo o feminismo, não servem às mulheres. São correntes ideológicas que tornam todas elas escravas de militantes autoritários e políticos comunistas radicais, que as usam para ganhar votos e poder político, e nada mais. Não é difícil perceber isso : quando a corajosa Maria Corina Machado, que enfrentou de forma destemida a ditadura de Nicolás Maduro, ganhou o prêmio Nobel da Paz, nenhuma feminista ou política de esquerda foi prestigiá-la. A esquerda, na verdade, ficou do lado de Nicolás Maduro, como sempre ficou do lado de todo ditador comunista. E em momento algum os militantes marxistas e progressistas reclamaram quando muitas mulheres foram presas e silenciadas por esses regimes ditatoriais. E sobre as mulheres de Cuba que passam fome e muitas acabam indo parar na prostituição para ganhar algum dinheiro? A esquerda política em algum momento mostrou solidariedade a elas? Elas foram totalmente abandonadas.

O libertarianismo defende o direito humano à auto propriedade, e é esse direito natural e inviolável que torna todo ser humano detentor de dignidade e visto como igual juridicamente. Numa sociedade libertária, todos serão tratados como iguais perante a lei, e homens e mulheres são incentivados a cooperar pacificamente, seja dentro das famílias ou na economia de livre mercado. Quem vive de criar intrigas, ódio e divisão social, são os socialistas e marxistas que querem escravizar e controlar as pessoas. Esses tiranos precisam das famílias destruídas, pois essa instituição basilar da sociedade sempre foi uma poderosa barreira contra a tirania estatal, ou seja, contra o controle absoluto sobre o indivíduo desde o nascimento. Já o feminismo tenta desde sempre destruir as noções de homem e mulher e seus papeis sociais, criando confusão e conflito entre homens e mulheres, que acabam se tornando inimigos e não aliados. Isso explica também o motivo de os políticos de esquerda não defenderem penas duras para assassinos e estupradores, pois eles usam da criminalidade para tentar demonizar a figura masculina e criar uma ideia falsa de que os homens estão naturalmente inclinados para a violência, e que estão perseguindo e matando as mulheres, como se fosse um grande plano machista. Por isso é comum ver várias feministas adotando discursos simplistas para tentar criminalizar a masculinidade e rotulando todos os homens como potenciais assassinos e estupradores. É esse o verdadeiro objetivo do feminismo: criar divisão e conflito social.

Se você, ou alguém que conhece, gosta da Erika Hilton ou votou nesse parlamentar, questione a ele o motivo do deputado ter sido contra projetos de lei que visam endurecer penas para crimes hediondos, incluindo o estupro. Crime esse que atinge milhares de mulheres que os políticos de esquerda dizem representar. Enfim, a esquerda nunca se importou com as mulheres, apenas usa dessas pessoas para ganhar votos e poder. A hipocrisia da esquerda não tem fim, e dá para perceber facilmente como eles odeiam mulheres conservadoras e libertárias, pois não querem que as mulheres tenham pensamento próprio e defendam a verdadeira liberdade humana.

Referências:

https://www.gazetadopovo.com.br/republica/novo-aciona-conselho-de-etica-contra-erika-hilton-apos-disputa-com-ratinho/
https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/polzonoff/erika-hilton-cabo-eleitoral-flavio-bolsonaro/?ref=veja-tambem
https://revistaoeste.com/politica/presidente-da-comissao-da-mulher-erika-hilton-perseguiu-feminista-que-hoje-vive-asilada-na-europa/