O objetivo deste vídeo é fazer o devido exercício de reflexão sobre o horror de Drácula, utilizando como contraponto valores como a liberdade, o direito e as crenças pessoais de nossa audiência.
Drácula de Bram Stoker é um dos maiores clássicos da literatura de todos os tempos. Sua base é construída no estilo das melhores histórias de horror do século XX: a viagem para um lugar desconhecido, um mal que existe há séculos, o ato do monstro vir até o ambiente da cidade, a união das pessoas de bem para destruir o antigo espírito do mal. O romance tem até a primeira heroína da literatura moderna, e todas essas características do clássico ganham vida em filmes que adaptam o romance para o cinema.
O livro Drácula, de Bram Stoker, é uma obra contada através de cartas, diários e jornais. Inicia narrando as desventuras de Jonathan Harker pela Transilvânia para vender as abadias de Carfax para o Conde Drácula. A narração da jornada de Jonathan Harker é tão assustadora na obra original, que renderia um ótimo filme apenas com a sua viagem, se contada até o momento onde descobrimos as intenções de Conde Drácula!
A sua maior revelação ocorre em um momento pouco mostrado nos filmes, quando Drácula entrega um bebê para ser morto por suas três noivas, revelando que Drácula é um vampiro. Um morto vivo que se alimenta do sangue dos inocentes, Nosferatu. Drácula seria muito mais poderoso e perigoso do que outras histórias de vampiros. É um vampiro moderno, que consegue se transformar em cão, em morcego e em névoa! Além de controlar o clima, regenerar sua juventude e dominar tanto a mente de animais quanto de pessoas! E se mesmo assim, você ainda tentar lutar contra Drácula, vai descobrir que ele tem a força de 20 homens ou mais!
Neste contexto, liberais, conservadores e libertários podem dialogar sobre a obra. Prepare seus valores mais sagrados, sua coragem, carregue sua cruz, água benta, sua bíblia e seu chicote matador de vampiros para acompanhar nosso vídeo. Vou explicar o que é Drácula e porque devemos destruí-lo. Prepare o Hipoglós!
Drácula é um monarca genocida do século quinze. Desde criança, Vlad Dracul conheceu a traição, a prisão, a tortura, a escravidão, a doutrinação forçada e a morte. No retorno para a Transilvânia, se tornou um príncipe das trevas que impôs leis injustas e punições brutais contra seu próprio povo, aplicando um dos piores métodos de execução da história: o empalamento. Um método praticamente infilmável de matar suas vítimas com o máximo de sofrimento.
Em vida, Drácula foi tudo o que conservadores, liberais de verdade e libertários juraram destruir! Ele foi a concentração absoluta de poder nas mãos de um homem que representava o Estado. E na hora da morte, assim como qualquer regime, se recusou a morrer. Rejeitou a Deus e passou a viver do sangue dos inocentes. Um antigo espírito do mal transformado em uma forma de vida decadente. Um príncipe das trevas, um demônio das sombras comandando a Transilvânia de dentro de seu caixão. Bram Stoker nem fazia ideia do tipo de personagem que estava escrevendo em 1897.
Drácula é o inimigo imortal de todos que lutam pela liberdade. Um monstro que um dia já foi um ser humano, com um reino de terror real que assombraria qualquer vilão moderno, de Darth Vader a Sauron, de Stalin a Mao.
Vampiros que matam e transformam pessoas têm princípios semelhantes aos do progressismo. O vampiro controla a mente da vítima, assim como as doutrinações fazem com algumas pessoas. Então, eles atacam suas vítimas, uma violência contra o corpo, contra a alma, contra o sexo, contra as crenças. O objetivo de Drácula é se alimentar e transformar outra pessoa em vampiro, um escravo.
A história de Nosferatu com seu exército de ratos trazendo a praga é diferente da história da China deixando sua ameaça biológica “escapar” do laboratório? Onde traçamos uma linha entre os ratos que trazem a praga em Nosferatu e a criação do gás de mostarda? A criação do Zyklon? A diferença entre Josef Mengele aplicando experimentos contra crianças no holocausto? Seus objetivos não foram formados na Escola de Frankfurt para fortalecer seus super soldados? Sua raça pura? Ou para melhor tirar a vida de seus inimigos? Transformar um menino em um soldado das trevas? Isso é diferente de transformar jovens em militantes trans-não-binario-boyceta-rainha-do-deserto? Qual a diferença? A pessoa não se torna uma escrava em uma vida diferente da que teria se não fosse mordida pelo vampiro? Não são capazes de atacar igualmente, qualquer pessoa, só com a ordem do seu mestre?
Se um vampiro tem que amaldiçoar uma pessoa para torná-la escrava das trevas, qual a diferença de um governo ditando doutrinação, drogas e tortura até você dizer que 2+2=5?
Um vampiro usa o poder da mente para controlar uma multidão a matar uma pessoa. O socialismo não faz a mesma coisa? Não existe doutrinação para controlar as mentes mais fracas? Não existe cultura de cancelamento? Proibir os debates em faculdades? Qual a diferença?
Crianças não podem consentir com ideologia de gênero. Crianças não têm como se proteger sozinhas contra vampiros e demônios, assim como não conseguem se proteger da Doutrinação. Drácula pode controlar a mente de qualquer criança.
“Eu controlo a sua mente e ordeno que você é agora um militante politico não-binário, você agora odeia a sua família, suas crenças mais sagradas e todos os bons valores que aprendeu! Aperte o 13 e confirma!”
Parece crueldade? Então por que permitimos que militantes de esquerda façam isso com nossas crianças?
Analisando o romance depois de ler Rothbard e Olavo de Carvalho, conservadores e libertários podem fazer a analogia de que Drácula é o inimigo que representa tudo o que lutam contra, devendo esquecer as diferenças, juntar crucifixos, bíblia e o chicote matador de vampiros para invadir a Transilvânia e dar um pau no Drácula! Igual ao filme Deu a Louca nos Monstros!
E agora, uma dose de Redpill para as mulheres: o feminismo é uma doutrinação, é uma caverna de Platão onde mulheres são isoladas de seus valores e virtudes. O feminismo é vendido como sendo uma Ilha de Themyscira, uma ilusão, um país das Maravilhas.
A realidade a ser descoberta é o fato de que o feminismo é um Asilo Arkham. Uma prisão disfarçada de instituição mental onde as mulheres estão presas com os piores criminosos, aprendendo a como quebrar padrões através da criação de um novo padrão: um padrão de gordas, não-binárias, de suvaco peludo, cabelo colorido e franjinha de cadê-meu-pai, onde até a melhor psicóloga aprende a se apaixonar pelo Coringa.
A Redpill é falar das maiores heroínas do cinema e da literatura, pois elas carregam os valores que o feminismo tentou esconder. No caso, Mina Harker é a primeira heroína moderna da literatura. Em Drácula, a importância da personagem Mina Harker é total, afinal, no livro, todo o material que conta a história é reunido pela personagem.
Mina Harker fez um verdadeiro trabalho de detetive para buscar todas as fontes que narraram à trama do livro. Mina Harker não defendeu nenhuma bandeira feminista, não defendeu revolução socialista, não defendeu bandeiras progressistas, não defendeu o assassinato de crianças, mas, de fato, ficou horrorizada quando descobriu que a trama tinha vitimas infantis. Ela era apenas uma dama normal, do tipo que ainda corre quando a barata voa.
Na história, Drácula não poderia ser ferido por nenhuma arma normal, restando aos caçadores de vampiros recorrerem a armas de fé. Drácula poderia ser afastado por crucifixos, hóstias, alho e água benta. Em todas as mitologias sobre vampiros são os valores religiosos que os afastam ou os destroem. Sem isso, nem mesmo a luz do sol seria suficiente para deter Drácula, que no romance, caminha em plena luz do dia.
E quanto maior a ameaça, mais forte os valores das maiores heroínas do cinema. Drácula provoca o horror absoluto. Se você tem medo e mesmo assim enfrenta o perigo, então isso é coragem, é a definição de coragem. Mina Harker e os caçadores de vampiros recorreram ao poder da fé para enfrentar Drácula.
Quando Drácula chegou a Hollywood, ele chegou com um homem charmoso e educado interpretado por Bela Lugosi. Até a metade do filme ele nem se mostra como um vampiro, o que é mil vezes mais perigoso. Charmoso, educado, com voz agradável e poder de hipnotizar suas vítimas, Drácula tinha o poder de seduzir todas as mulheres e ainda te vender um Fiat Marea. Tem método. O feminismo adestrou as mulheres a gostarem dos morenos tatuados com cara de bandido!
Isto ocorre porque as únicas heroínas que as feministas querem que as mulheres tenham, são feministas. Elas nunca vão admitir uma heroína cujo objetivo é salvar homens, mulheres e crianças! Uma heroína que usa armas de fogo? Jamais! Nota zero em qualquer prova de humanas. Principalmente uma heroína que utilizaria hóstias, água benta ou uma cruz para se proteger do mal. Imaginem se as feministas iriam apoiar uma heroína erguendo uma estrela de Davi?
Diversos filmes fazem questão de mostrar Drácula como um vilão romântico e até trágico. Tudo ilusão. Drácula é incapaz de amar e tanto o livro quanto os filmes mostram o monstro com o poder de controlar a mente de suas vítimas. Só no livro, são seis personagens controlados por Drácula.
O livro mostra as servas de Drácula, três noivas vampiras que são vistas se alimentando de um bebê. De que lado as feministas ficam? Lembrando que elas já obedecem a velhos descaídos, com ideias de séculos passados. É isso que representa as mulheres?
O Livro deixa bem claro: todas são escravas da vontade de Drácula. As vampiras são escravas de Drácula assim como as feministas são escravas de Karl Marx, ou de Stalin, ou de qualquer outro ditador socialista.
Esta é a Redpill que podemos explicar para nossas meninas. Existe uma doutrinação para afastar as mulheres de seus valores e transformá-las em servas de velhos racistas do século dezenove, e explicar sobre as maiores heroínas da literatura e do cinema é uma forma de libertar as mulheres.
Drácula – Uma história de Amor Eterno chegou aos cinemas este ano. Também tivemos outras duas adaptações recentes do mesmo romance: Drácula – A Última Viagem do Demeter e Nosferatu.
Mas como seria o Drácula no Brasil? Existem problemas gravíssimos com o mundo onde Drácula se levanta de seu túmulo para caminhar pelo Brasil. Nos últimos anos, diversas mídias foram empenhadas em censurar e perseguir qualquer verdade relativa à saúde das pessoas, à política e à informações gerais quanto ao terror.
E então o vampiro se levanta de sua tumba, com seu plano profano. O terror de Nosferatu carregando um exército de ratos é uma tragédia que já aconteceu, com jornais, políticos e redes sociais mentindo dia e noite para controlar a nossa saúde.
Se o vampiro estivesse no Brasil, o problema seria Lula descrever Drácula como um velho amigo, vítima das mentiras da extrema-direita! Uma injustiça que ocorre com todo mundo que espalha o terror. Lula convidaria o vampiro para vir ao Brasil, oferecendo humildes 10 Bilhões de Reais para a sua reeleição como Conde!
A única parte do romance clássico que eu não gosto é o final. Drácula é morto e se transforma em fumaça. O que não faz sentido, afinal, no livro, ele já se transforma em névoa, que é a mesma coisa. E quanto mais a gente pensa que fumaça e névoa são a mesma coisa, mais a gente percebe que Drácula só fingiu a própria morte, escapando bem na nossa frente. Fugiu e ainda mandou uma banana pra gente.
https://www.parisfilmes.com.br/dracula-uma-historia-de-amor-eterno/
https://www.imdb.com/pt/title/tt31434030/
https://www.osalsichaodoamor.com.br/post/nosferatu
https://www.osalsichaodoamor.com.br/post/deu-a-louca-nos-monstros