FIM DA CLASSE MÉDIA: a maioria das famílias estão quebradas

O grande plano marxista do governo petista, que sempre teve ligações com a ditadura cubana e com o Foro de São Paulo, está prestes a se concretizar: a classe média brasileira está desaparecendo. Muitos não perceberam, mas isso é projeto de poder, pois pessoas miseráveis dependem do estado e acreditam em mentiras e promessas ilusórias. Vamos entender o que está acontecendo no Brasil...

Para quem prometeu picanha e não entregou nem mesmo uma abóbora, fica claro que Lula não só vive de mentiras, mas é o mentiroso mais bem-sucedido da política brasileira, pois ele está prometendo acabar com a fome desde janeiro de 2003. Sim, caro telespectador, janeiro de 2003 e não de 2023, pois Lula se tornou presidente pela primeira vez em 2003, caso você seja muito jovem e não esteja ciente deste fato. Muitos crentes na ideologia petista culpam outros fatores pelo fracasso da gestão lulista, como algum tipo de sabotagem do congresso ou fatores externos. Como sempre, terceirizam a culpa do fracasso. Mas a verdade é que Lula não colocou o marxista do Fernando Haddad no ministério da fazenda à toa, isso é projeto de poder: aumentar impostos sempre que puder e destruir os pequenos e médios negócios, atacando a classe média brasileira. Eles precisam de pobres e dependentes para se manter no poder - em todo país socialista é assim.

O endividamento das famílias chegou a 80,2%, o maior da série histórica. Enquanto a classe média está sufocando de tantos impostos, a indústria brasileira escolheu o Paraguai como destino para fugir desses impostos. O Brasil não é um lugar muito atrativo e confiável para empreendedores e investidores, e isso não é nenhuma novidade. Várias empresas de setores como o têxtil e confecções, calçados, autopeças, metalurgia, plásticos, produtos químicos e manufaturas voltadas à exportação têm preferido instalar suas unidades no país vizinho. Pelo menos os mais ricos conseguem fugir desse manicômio que se tornou o Brasil.

O terrível número de 80,2% das famílias brasileiras endividadas, divulgado em 11 de março pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), representa um crescimento de 3,8 pontos percentuais se comparado a fevereiro de 2025. Esse índice de endividamento abrange as famílias que admitiram ter dívidas a vencer em cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa. Cerca de 19,7% dos entrevistados pela CNC, no mês de fevereiro, relataram não ter dívidas. Mas em janeiro esse número era de 20,5%. Esse endividamento recorde das famílias está acompanhado do aumento na inadimplência. Depois de três meses de retração, o índice voltou a aumentar, atingindo 29,6% dos entrevistados. A taxa é a maior desde novembro do ano passado. A pesquisa revelou que todas as faixas de renda apresentaram aumento considerável no endividamento. No entanto, essa variação foi mais importante nas famílias com renda acima de cinco salários.

Seguem aqui alguns dados sobre as famílias endividadas por faixa de renda:

De 0 a 3 salários mínimos o percentual é de 82,9%; de 3 a 5 salários mínimos, o percentual é também de 82,9%; de 5 a 10 salários mínimos, o percentual é de 78,7%; e mais do que 10 salários mínimos, o percentual é de 69,3%. A parcela dos consumidores que tem mais da metade da renda vinculada a dívidas manteve estabilidade, em 19,5%, depois de registrar alta por dois meses consecutivos. Para 56,1% das famílias, o comprometimento da renda com dívidas varia de 11% a 50%. O percentual médio de comprometimento da renda com dívidas ficou em 29,7% em fevereiro deste ano. No ano passado, no mesmo mês, o resultado foi de 29,9%.

As pessoas têm se queixado com frequência dos altos preços no supermercado, e sabemos que desde 2023 Lula e Haddad só têm aumentado impostos e a inflação só subiu, apesar dos dados oficiais do governo. Já estamos numa grande crise econômica e, para piorar o cenário, surgiu uma nova guerra no Oriente Médio que pode afetar e muito o preço do combustível. Em ano de eleição, esse cenário está assustando ainda mais a gestão petista. Essa guerra introduziu uma variável externa que pode impactar a política brasileiro neste ano e afetar todos os planos de Lula para a reeleição.

Com a escalada do conflito e o risco de interrupção do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, houve uma disparada no preço do barril, que chegou a ultrapassar a casa dos 120 dólares, antes de recuar para a faixa de 90 dólares. Devido a essa ameaça externa, o governo federal petista anunciou um pacote emergencial para tentar conter a alta do diesel. Entre as medidas estão a zeragem de PIS e Cofins sobre o combustível, uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores e a criação de um imposto extraordinário de 12% sobre a exportação de petróleo. O plano apresentado por Fernando Haddad, ministro da Fazenda, visa compensar a renúncia estimada de R$ 30 bilhões do PIS e Cofins com o aumento de arrecadação proveniente da exportação de petróleo. Assim, Lula tem como objetivo evitar que o diesel, que é o principal combustível da logística brasileira, provoque uma onda inflacionária e afete o consumidor. Basta lembrar que o transporte rodoviário responde por cerca de dois terços do escoamento da produção agrícola e industrial. Portanto, qualquer aumento no valor do diesel pode rapidamente afetar os preços de alimentos, fretes e serviços. E isso, sem dúvidas, pode ter um efeito muito negativo para o presidente no poder, algo que tem o incomodado bastante. O povo brasileiro vem sofrendo há tempos com altas taxas de juros, estimadas em 15%, e isso afeta muito as pequenas e médias empresas que acabam tendo dificuldade em pegar novos empréstimos. Para as famílias já endividadas, esse juro alto é terrível.

Essa situação toda trará não só um enorme desgaste para Lula, mas vai deixar o povo brasileiro cada vez mais pobre. As pessoas sentem o peso da inflação que parece estar muito mais alto do que o divulgado pelo IBGE. Até mesmo servidores do IBGE têm protestado contra a maquiação de dados, o que torna essa instituição hoje pouco confiável. O povo brasileiro já está com uma capacidade de consumo extremamente limitada, e não tem mais como as grandes empresas midiáticas e os jornalistas ocultarem essa realidade. Lula tem gerado empregos de forma artificial, ao criar cargos públicos.

A estratégia de Lula de reconstruir um clima de bem-estar econômico capaz de sustentar sua popularidade está com alto risco de cair por terra. Uma coisa que ajudou e salvou a popularidade do governo petista nos anos 2000, em seus primeiros mandatos, foi a combinação de alta demanda por commodities e as políticas sociais que ajudaram o petista a comprar votos em massa e a fortalecer sua base de apoio eleitoral. Hoje em dia o cenário é muito mais hostil ao petista, ainda mais com juros altos e um recorde de endividamento das famílias. A esmola que o Lula dá aos mais pobres não consegue comprar muita coisa, como já comprou no início dos anos 2000.

Por tudo isso, as pesquisas eleitorais mais recentes já mostram um cenário bastante competitivo para a presidência, já que Flávio Bolsonaro, o principal representante da direita, está em pé de igualdade com Lula. A esperança dos defensores da liberdade é que Lula continue se desgastando e o povo comece a perceber que não existe desenvolvimento e prosperidade com um governo petista que só sabe aumentar impostos e praticar corrupção. O escândalo do Banco Master e o envolvimento de Lulinha no caso é outro problema para o presidente petista. O filho de Lula é mencionado em depoimentos como beneficiário de uma "mesada" e suspeito de ser sócio oculto de um operador das fraudes. Os recentes casos de corrupção podem minar ainda mais a precária popularidade de Lula e aumentar o apoio que a direita política tem tido.

Mas como bem sabemos, Lula e o PT nunca melhoraram nada no Brasil. Basta lembrar a tragédia econômica criada no governo Dilma, num ambiente favorável, pois não havia uma grande guerra nem pandemias para atrapalhar. Lula e Dilma deixaram o Brasil em frangalhos entre 2015 e 2016, com uma grande recessão. Dilma teve o 3º pior PIB em 127 anos, conforme um estudo do professor Reinaldo Gonçalves, da UFRJ.

E hoje eles continuam com a mesma propaganda de acabar com a miséria. Mas o que esperar de políticos mentirosos que defendem o modelo cubano e venezuelano? Uma das fundadoras do PT, a filósofa e professora Marilena Chauí, já admitiu publicamente como os petistas veem a classe média: como terrorista e como um atraso de vida, um grupo de pessoas abominável. Isso tudo, porque as famílias de classe média são a grande resistência contra a tirania comunista, que quer todos miseráveis e sem perspectiva de futuro.

Desde quando assumiu o poder em janeiro de 2023, a grande preocupação de Lula tem sido com censura, perseguição política, ganhos pessoais e aumento de impostos – como que um país desse vai pra frente? Não vimos nada de bom. Nenhuma mudança positiva para atrair novas empresas e criar empregos. Talvez a única coisa realmente boa que aconteceu durante os 4 anos foi o fim de certas exigências para tirar carteira de habilitação, que baratearam o custo das autoescolas, apenas isso e nada mais.

Manter o brasileiro pobre e dependente de assistencialismo e serviços públicos sempre foi um projeto de poder, não de país. Eles precisam de ignorantes e miseráveis que acreditam que o governo está lhes ajudando e que sua vida melhorou de alguma forma por causa de uma bolsa do governo. Enquanto isso, o governo aumenta impostos e a inflação, além de criar inúmeras dificuldades que impedem o desenvolvimento econômico por meio do empreendedorismo.

É por meio do aumento progressivo de imposto que os marxistas defendem que a classe média e a classe burguesa, como eles dizem, sejam destruídas. E nada disso acontece do dia para a noite. São décadas de doutrinação e de demonização do capitalismo e dos empresários para chegarmos nessa situação: uma país medíocre que está há décadas estagnado economicamente. O Brasil não tolera gênios e visionários, por isso não cresceu quase nada nos últimos 30 anos. Nosso sistema de ensino visa formar escravos que não pensam e que não querem melhorar de vida. E agora, com a população em declínio e um grande aumento da dívida pública, é bem possível que nos próximos anos a previdência poderá quebrar e prejudicar milhões de brasileiros aposentados se nada for feito.

A agenda de destruir a classe média está bem avançada, não precisa ser muito inteligente para perceber isso. Se você é jovem, basta se comparar com os seus pais quando eles tinham a sua idade. Muitos deles já tinham carro e casa própria. A geração Z tem uma enorme dificuldade para sair da casa dos pais e comprar ou mesmo alugar um apartamento ou casa, e até comprar um carro popular 0 KM está muito difícil. Desde sua criação, o Real já perdeu todo o seu poder de compra. Para você ter uma noção, uma Coca-Cola de 2 litros custava cerca de R$3 no ano 2000 e custa hoje entre R$12 e R$14. O preço aumentou cerca de 4 a 5 vezes em 26 anos. A inflação acumulada no Brasil desde 2000 (medida por índices como IPCA) ficou aproximadamente entre 300% e 400%, um dado absurdo. Enfim, essa é a consequência de quase 20 anos de governo do PT. Podemos somar também os 8 anos de presidência do Fernando Henrique Cardoso, outro socialista que não fez muita coisa boa. Portanto, fica claro que a preocupação da elite política nunca foi com o enriquecimento do povo e com a soberania do indivíduo e suas famílias, mas eles nos querem dependentes, como escravos. O fim da classe média já é uma realidade, ela só não foi anunciada.

Referências:

https://www.metropoles.com/brasil/cnc-endividamento-das-familias-802
https://blogs.correiobraziliense.com.br/azedo/alta-da-inflacao-e-endividamento-das-familias-tiram-o-sono-de-lula/